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Life is Strange, suas escolhas definirão seu futuro

Life is Strange é um daqueles adventures que podemos passar longas horas jogando e, no final de tudo, só queremos mais. Isso vem da boa proposta do game, criado pela Dontnod, mesma empresa responsável por Remember Me, onde podemos ver uma algo que vai além do que estávamos acostumados, deixando o jogo muito mais interativo e viciante.

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História bem armada

O diferencial desse jogo é o “poder” que Maxine Caulfield, nossa personagem, adquiri enquanto está em uma escola de Arcadia Bay. Ela descobre durante uma tempestade, que dá inicio ao jogo, que pode voltar no tempo. Essa ação é muito importante já que a maioria das coisas que fazemos poderá influenciar no desenvolvimento da história, então fique atento.

Na escola, onde Max estuda fotografia, encontramos diversos estereótipos de personagens, nada é padronizado, mas quem mais se destaca é uma garota chamada Rachel Amber, que desapareceu alguns dias antes de Max chegar a escola. É importante perguntar sobre ela para todos os alunos, a interação com personagens não jogáveis é importante para esse jogo.

Além desses personagens, tem Chloe, amida de infância de Max. O reencontro dessas duas dá origem a nossa primeira missão, é preciso ser um pouco rápido para que as coisas deem certo e sempre lembrar: o que fazemos, ou não fazemos, influencia no que poderá nos acontecer.

Quando finalmente chegar ao final do primeiro episódio – o jogo é dividido em cinco – não será preciso de muito para querer continuar a aventura.

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Qualidade inigualável

Embora sua qualidade gráfica não chegue nem perto de jogos como The Witcher 3, BloodBorne e outros jogos dessa nova geração, mesmo tendo sido lançado em janeiro de 2015, seu ambiente coloca o jogador dentro da história. Podemos até sentir a atmosfera por vezes alegre e por outras, depressiva da vida de nossa protagonista.

O gameplay também é algo bem sutil e funcional. A jogabilidade é simples, ajudando em muito no decorrer da história. Sempre que precisamos fazer algo, é fácil de notar e o “poder” que dá destaque ao jogo nos dá a chance que precisamos para aprender a lidar com cada tarefa.

A trilha sonora também merece destaque, entoadas apenas com voz e violão. Leves e relaxantes, as músicas nos ajudam a passar horas jogando e nos momentos de maior tensão, recebemos uma sonoridade proporcional ao ritmo que precisamos seguir para concluir alguma missão.

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Conclusão

Life is Strange é um grande jogo, ele pede para você participar de tudo o tempo todo. Seus escolhas e ações, o que você fala ou deixa de falar, tudo isso vai fazer de casa jogatina uma experiência única, onde começamos em um quebra-cabeça, sem saber para onde ir, mas a cada problema solucionado, só queremos mais e quando o quinto episódio chegar ao fim, vai ficar aquela sensação de que ele poderia durar para sempre.


Sobre Tadeu Elias

Aspirante a jornalista metido a cinéfilo que só fala de games!

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