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5 games apaixonantes para jogar com a namorada!

Para gamers que namoram, um relacionamento saudável pode também ser sinônimo de diminuição no ritmo da jogatina hardcore. Mas que tal se divertir jogando com a sua amada?

Fizemos uma lista matadora com 5 jogos para você jogar com a sua namorada! Independente da sua gata ser gamer ou não, nossa lista é 100% composta por jogos que podem despertar a jogadora compulsiva adormecida dentro dela. Falo por experiência própria, já que os jogos e ordem da lista foram indicados pela Carol.

Veja as dicas:

 

5 – New Super Mario Bros (Wii – 2009)

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Garotas se derretem de amor pelo Yoshi e pelo fofo bigodudo do Mario. Nessa aventura que eu pessoalmente considero a melhor da franquia, o encanador mais famoso do mundo precisa resgatar Peach das mãos dos filhos do maldoso Bowser, vencendo desafios de um plataforma recheado de power-ups, fases lindas e inimigos interessantes. Destaque também para o papel da música em New Super Mario Bros, que faz com que o jogo se movimente de acordo com o ritmo.

O jogo possui um modo multiplayer em que os dois jogadores se aventuram simultaneamente na tela, utilizando um ao outro como recurso em algumas partes, inclusive. Por conta de um defeito no Motion Plus do Wii, resolvemos compartilhar o player 1 (fazemos isso em vários jogos), já que as fases são curtas e depois de algum tempo morrer se torna trivial. Salvo momentos de pura raiva, superamos todas as fases difíceis (sacou a referência?) e fechamos New Super Mario Bros em mais ou menos 6 semanas.

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Avaliação geral: 8/10

Dificuldade: 7/10

Jogabilidade: 10/10

Comentário da Carol: Ótimo jogo, plataforma muito bonita com músicas incríveis. Entrou em quinto na lista apenas por conta da experiência que tivemos com nosso controle quebrado, mas se o seu estiver em bom estado com certeza será um dos melhores!

 

 

 

4 – NHL (PS3,PS4,Xbox 360, Xbox One, PC – 2015)

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O esporte do disquinho capturou nossos corações após viajarmos ao Canadá. A cidade de Vancouver é completamente possuída pelo ritmo ragatanga do hockey e após algumas tardes vendo replay das partidas em pubs, jogamos a demo e decidimos comprar o jogo. Uma das melhores escolhas que fizemos por um único motivo: ambos sabíamos sobre hockey na mesma proporção que um gnu entende de robótica.

O resultado são partidas hilárias, com pouca técnica e muita pancadaria. Outro fator interessante é que o jogo é completamente casual.

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Avaliação geral: 8/10

Dificuldade: 8.5/10

Jogabilidade: 9/10

Comentário da Carol: Bastante divertido, mais ou menos igual aos jogos de futebol, mas o esporte em si me agrada mais, não entendo nada das regras e nem sei jogar direito, mas como o Diego sabia tanto quanto eu, foi bem divertido. E você ainda pode bater nos caras do time rival.

 

 

3 – Alice: Madness Returns (PC, PS3, Xbox 360 – 2011)

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Este é o típico jogo que pegamos pela capa: Alice com um facão nas mãos e toda ensanguentada. Nesta aventura obviamente não canônica, a personagem de Lewis Carrol acorda em um hospício após um evento traumático. O hack n’slash segue a busca de Alice, enfrentando diversos inimigos e tentando recuperar sua memória. O game é um pouco repetitivo em alguns pontos, mas compensa com um roteiro impecável e puzzles muito interessantes.

Como se trata de um single player, revezamos o controle 1 conforme a história evoluía.

200px-AliceMadnessReturnsAvaliação geral: 10/10

Dificuldade: 8.5/10

Jogabilidade: 8/10

Comentário da Carol: Tenho um pouco de preconceito com jogos nos quais preciso mover a câmera (acho muito difícil) e não tenho costume de jogar esses, achei Alice muito bom. Gosto muito da história original, e essa é uma paralela, bem pesada, mas muito boa. A jogabilidade é simples, você começa com uma faca e depois vai melhorando suas armas e habilidades.

 

 

 

2 – Never alone (PC, Mac, PS3, PS4, PSVita, Xbox 360, Xbox One, WiiU – 2014)

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Este jogo encantador foi o freebie de março na PSN e o primeiro game que fechamos juntos no PS4.

A primeira coisa que chama a atenção é a direção artística fantástica, com roteiro baseado em uma lenda dos Inuit, povo que habita o Pólo Norte há milhares de anos. A história tem formato de mini documentário e acompanha uma garotinha corajosa que passa a ser protegida por um espírito bom, que se transmuta em forma de raposa albina. A jogabilidade é de um clássico plataforma, com alguns elementos adicionais, como puzzles. Este jogo é realmente encantador, tanto que mesmo sendo curto (fechamos em uma tarde), acabou ficando em 2º lugar na nossa lista de jogos para curtir com a namorada.

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Avaliação geral: 9/10

Dificuldade: 4/10

Jogabilidade: 10/10

Comentário da Carol: Uma plataforma bem curtinha, com documentários no meio da história e bem bacana, um jogo fofo, não muito difícil e conta a história de uma tribo que fala sobre a lenda da aurora boreal, que é algo que me chamou muito a atenção.

 

1 – Diablo 3 (PC, Mac, PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One – 2014)
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Diablo 3 é seguramente o jogo que fechei mais vezes nos últimos 10 anos (só perde pra Solitaire na fila do banco). E todas as vezes que joguei foram únicas e especialmente divertidas. Inicialmente, a Carol tinha preconceito ao me ver passando tantas horas no meio daquele monte de monstros do Hack n’ slash da Blizzard. Somente após conhecermos o Rovalde Banchieri na CCXP 2014 e apoiarmos a campanha de financiamento coletivo do seu boardgame Runicards Dungeons, foi que a Carol começou a se familiarizar com as mecânicas de RPG. Minha jogada de mestre foi começar a plantar a sementinha: “Runicards tem mecânicas parecidas com Diablo 3, sabia?”, “Esse lance de habilidade passiva me lembra Diablo…”. Até que um dia ela resolveu dar uma chance a um dos meus jogos favoritos e adorou. Fizemos várias horas de jogo, explorando quase 100% das Dungeons e fechando o plot principal com uns equipo irado!

Confesso que me surpreendi quando ela sinalizou que Diablo 3 deveria entrar em 1º lugar nessa lista, meu éssedois mendigo ficou retumbante!

200px-DiabloIIIcoverAvaliação geral: 10/10

Dificuldade: 8.5/10

Jogabilidade: 9/10

Comentário da Carol: Como o Diego disse eu tinha um certo preconceito com o jogo até começar a jogar, fica em primeiro lugar pois foi o que mais me prendeu, sentávamos para jogar e passávamos horas sem perceber. Joguei com uma personagem que acabou ficando muito forte batia muito e morria quase muito. Acabou o preconceito adorei o jogo, fiquei triste porque acabou e ainda não compramos o próximo ou alguma expansão.

 

 

CONCLUSÃO

Na hora de dividir os controles, fica a dica que vale pra todo relacionamento: cada parte deve ceder um pouco para que haja harmonia. Se sua namorada ou namorado não é tão chegado em games, dificilmente irá se interessar de cara por Skyrim ou Red Dead Redemption, por exemplo. O legal é você, que é mais interessado e sabido do assunto procurar jogos que sejam meio-termo, que introduzam conceitos até então desconhecidos para o outro. De resto, ligue seu console e divirta-se!

 

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Sobre Diego Silveira

25 publicitário e apaixonado por games e música. Nostálgico, adora consoles retrô e tatuou um controle de Super Nintendo no braço para lembrar a infância. Consome doses cavalares de pizza e café, além de beber feito um viking. PSN: oPatto

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