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O que temos a dizer sobre Life is Strange: Polarized

Finalmente chegamos ao 5° episódio da história mais absurda que já aconteceu com Max, se você pretende continuar lendo, recomendamos que leia nossa analise sobre os quatro primeiros episódios.

Então Life is Strange chegou ao fim e não haveria melhor forma para esse desfecho. Assumo que a dureza e simplicidade de Max me encantou durante esses 5 episódios, ela é uma personagem espetacular seguindo uma história incrível. Há quem diga que não é tudo isso, mas aposto que chegando ao último episódio, qualquer um mudaria, ao menos um pouco, sua opinião.

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O GRAN FINALE!

Contar como essa história chega ao fim seria uma mancada épica com os jogadores, mas posso adiantar que ela traz novas possibilidades e respostas para perguntas que nos fazemos desde o começo do jogo.

Mais uma vez precisamos tomar algumas decisões por Max e mais do que nunca vemos que pequenas ações influenciam no nosso futuro. Mas são essas decisões, certas ou erradas, que nos cativam, que nos aproximam ainda mais da protagonista. Esse foi um dos grandes acertos do jogo desde o começo, essa interatividade que nos dá cada vez mais ânimo para prosseguir, por pura curiosidade.

Dessa vez, o roteiro se torna um pouco mais pesado do que vinha sendo, isso é notado logo no inicio, quando Max se vê presa por seu professor de fotografia, Jefferson. Saber quais decisões tomar nessa situação é a chave do jogo, não tem como se sentir abatido quando as coisas não dão certo, o que conforta é saber que existe um poder para reverter isso.

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SEGREDOS E… MAIS DÚVIDAS

É esse poder de Max que se torna o tema central do último episódio. Se por um lado vemos as reais consequências das viagens no tempo, por outro aumentamos a dúvida sobre a origem de seu poder e não crie esperanças, você nunca vai descobrir a verdade.

Em uma espécie de “Efeito Borboleta” vemos as consequências que Max precisa enfrentar por suas inúmeras viagens no tempo. E o fato é que o universo faz o que bem entende e suas viagens no tempo só prolongaram todos os acontecimentos.

Uma das habilidades já tratadas nos episódios anteriores chega com maior nitidez a esse. A capacidade de voltar no tempo através de fotografias é mais utilizado pela personagem logo de inicio, o que dá mais recursos para o seu jogo.

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O QUE TEMOS A DIZER?

Ainda não conheci uma pessoa que tenha jogado Life is Strange e não tenha gostado e caso alguém me diga isso, será preciso uma boa explicação para chamar a minha atenção. Mesmo com gráficos medianos, se comparado aos jogos que estão lançado hoje em dia, o jogo possui uma história que faz valer cada minuto gasto com ele e pode ser considerado um dos grandes jogos desse ano. Além disso, segundo a própria Square Enix, o jogo pode ganhar uma versão em disco no próximo ano, eu certamente o terei em minha prateleira.


Sobre Tadeu Elias

Aspirante a jornalista metido a cinéfilo que só fala de games!

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