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Pocket Game: Golden Sun (GBA)

Como muitos RPG’s de épocas passadas, Golden Sun une fantasia ao cenário medieval. O jogo desenvolvido pela Camelot, em parceria com a Nintendo, começa com Isaac (ou um nome de sua escolha), ele é acordado por seus pais quando uma grande pedra é arremessada do vulcão próximo ao monte Aleph. Depois de encontrar seu vizinho e amigo, nosso protagonista precisa partir em busca de um lugar seguro, mas como nada em um RPG é assim tão fácil, surgem dois vilões misteriosos para atrapalhar suas vidas. Logo esse alvoroço passa e retornamos ao jogo três anos mais tarde e é a partir dai que a verdadeira aventura começa.

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Em sua época de lançamento, lá para 2002, Golden Sun ganhou muita fama, pois consistia em uma boa história a ser seguida e personagens, cenários e mecânica bem montados. A originalidade do jogo está no elemento que gera o poder dos personagens, intitulado “psynergy”, que se resume em poderes mentais adquiridos através do contato com pedras mágicas. Outra coisa legal e que me lembrou muito Pokémon são os Djinn’s, criaturas também mágicas que garantem um upgrade no momento das batalhas. Alguns deles são bem fáceis de se conseguir, basta uma conversa, já outros, só serão capturados através de uma batalha.

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O sistema de batalha não irá surpreender nenhum dos costumeiros jogadores de RPG, como tantos outros (que datam desde os tempos do 8bits) as batalhas são passadas em turnos onde podemos usar todos os nossos personagens, escolhendo suas ações. Uma coisa que diferencia bastante GS de outros jogos desse mesmo estilo é a frequência de batalhas, aqueles que estão acostumados com Final Fantasy logo vão notar a baixa média de lutas, isso pode se tornar cansativo, mas para compensar encontramos muitos puzzles e alguns deles realmente são de quebrar a cabeça.

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Mesmo um pouco ultrapassado, devido aos 13 anos de seu lançamento, Golden Sun é um ótimo RPG. As animações e cutscenes são bem elaboradas e a postura dos personagens chegam a ser engraçada, dando mais ânimo ao jogador. Em alguns momentos ele pode se tornar cansativo, mas sua história simples o faz ser uma boa escolha para aproveitar as horas livres.


Sobre Tadeu Elias

Aspirante a jornalista metido a cinéfilo que só fala de games!

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