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Análise: Edgar, indie brasileiro pra gente grande!

O mercado de jogos Indies vem crescendo no mundo inteiro e com isso recebemos cada vez mais jogos com grande qualidade e preços acessíveis. O mercado brasileiro não fica para traz e vemos cada vez mais títulos chegando as lojas virtuais.

Tivemos a oportunidade de conversar com Lucas Parise, desenvolvedor de games, e podemos dizer que ele está vivendo o sonho de muitos gamers. “Desde que me entendo por gente, sempre quis trabalhar com o que eu amasse, e eu amo jogos” e foi essa paixão que o fez encarar uma maratona de estudos no estilo 2D, para que em março de 2015 pudesse começar seu primeiro trabalho, Edgar.

Sabe aquele praxe do herói salvando a namorada no jogo 2D da velha escola dos games? Edgar deixa tudo isso de lado e nos traz um simpático alienígena em uma missão hardcore para salvar sua namorada!

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UM JOGO PRA GENTE GRANDE

Não é por acaso que Edgar é um 2D hardcore, embora sua história seja digna de um mocinho dos cinemas (isso se ele não fosse um E. T.) o jogo não é nada fácil. Segundo o próprio desenvolvedor, o jogo é inspirado em games como Crash Bandicoot, Rayman e Super Meat Boy, “esses são meus jogos favoritos”, diz Lucas. Não é difícil achar referências, principalmente em relação a Super Meat Boy, outro 2D insano.

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Mas Edgar traz suas particularidades, algo que o difere de outros jogos do gênero, que o deixa tão viciante que eu mesmo demorei mais do que deveria para escrever essa análise: seus cenários tirados de um lugar que eu não saberia como explicar.

A diversidade de cenários, e seus desenhos bem absurdos, dão um novo ânimo ao jogo. Um dos grandes problemas que um jogo 2D enfrenta é a monotonia, isso acontece muitas vezes por causa de telas repetitivas. Mas em Edgar esse problema foi resolvido com cenários simples, mas bem elaborados, que dão sentido as missões que devemos concluir em cada fase. Claro que não poderia faltar a tela da água, preparem-se para momentos de total estresse.

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CONCLUSÃO

Fico muito feliz sempre que tenho a oportunidade de experimentar um jogo nacional, mas fico ainda mais feliz quando é um bom jogo! Edgar é, como já mencionei, viciante e com isso já nem preciso dizer se o jogo é bom ou não.  O jogo está por um preço super acessível na Steam e é uma aquisição que vale a pena. Além disso, é nossa chance de apoiar o mercado nacional, pois como já diz meu grande amigo, Diego Silveira: #somostodosgamers


Sobre Tadeu Elias

Aspirante a jornalista metido a cinéfilo que só fala de games!

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